Labwave
Um player de música que mora na sua máquina. Aponte a pasta da biblioteca: ele lê as tags, monta álbuns e artistas, e toca os arquivos de onde eles já estão. Sem nuvem, sem conta, sem copiar a coleção.
Sua música, no seu disco
Streaming resolveu o acesso e quebrou a posse. Você monta uma coleção durante anos e ela desaparece quando um contrato de licenciamento muda. O Labwave assume o outro lado: os arquivos são seus, ficam onde estão e tocam sem pedir login.
O deck mistura catálogo de biblioteca com o gesto de um equipamento de áudio: capa no visor, onda fosforescente, equalizador de 10 bandas de verdade — Web Audio, não um desenho de slider —, fila, shuffle e repeat. No computador a navegação fica numa barra lateral; no celular, no rodapé.
Aponte uma pasta
Sem importar biblioteca, sem sincronizar catálogo. O app varre o diretório, lê tags e capas, e monta faixas, álbuns e artistas. A pasta é só lida, nunca copiada.
Toca de onde está
MP3, WAV, FLAC, AAC, M4A, OGG, Opus e WebM saem direto do disco. O resto passa pelo ffmpeg e vira Opus em cache — só uma vez.
Abre no celular
O servidor escuta na rede local. O mesmo app abre no Safari do iPhone se o telefone estiver no mesmo Wi-Fi — sem instalar nada.
O sistema rodando
Capturas do app em execução, com uma biblioteca real indexada do disco.
Faixas, álbuns, artistas e playlists, com capa extraída das tags. O player fica fixo no rodapé, com progresso e volume.
Dez bandas de 32 Hz a 16 kHz, com presets (flat, bass, vocal, bright) ou sliders livres. O visualizador sai do mesmo grafo de áudio.
O que ele faz
- Varre o disco e organiza faixas, álbuns, artistas e playlists.
- Equalizador de 10 bandas com presets ou ajuste livre.
- Visualizador desenhado a partir do mesmo grafo de áudio do EQ.
- Fila inteligente a partir de faixa, álbum, playlist ou busca.
- Estatísticas de escuta por semana, mês, ano e tudo.
- Recaps montados quando o período fecha.
- Shuffle, repeat, busca e controle de volume.
- Mesma UI no desktop e no celular da rede local.
O que ele não faz, de propósito: streaming, conta, letras, edição de tags no disco, gapless, ReplayGain ou cópia da biblioteca. O escopo fechado é parte do produto — é o que mantém o app pequeno e previsível.
Fósforo sobre quase-OLED
O símbolo nasce da junção entre a letra L e uma forma de onda: comunica áudio, sinal, leitura e movimento sem recorrer a nota musical, fone ou ícone genérico de streaming. A memória visual é osciloscópio, VFD e equipamento de áudio — minimalista, técnica e direta.
A identidade deve permanecer escura. O fósforo é sinal, não decoração: marca, estados ativos, foco e elementos de áudio — nunca texto corrido.
Recomendado
- Símbolo em áreas compactas; wordmark na navegação principal.
- Ícone centralizado em campo quadrado escuro, com margem generosa.
- Área livre ao redor do símbolo ≈ espessura vertical do primeiro traço do L.
- Impressos em preto e branco, com o chartreuse como cor especial.
- Motion: animação curta do traço da waveform.
Evitar
- Transformar o símbolo em nota musical.
- Adicionar moldura, disco, fone ou botão play ao redor da marca.
- Gradientes ou múltiplas cores na assinatura principal.
- Glow forte como efeito permanente, ou pulsação contínua do logo.
- Comprimir, esticar ou alterar a proporção do símbolo.
- Usar o fósforo como cor de texto corrido.
Como foi construído
Um servidor Fastify indexa a pasta em SQLite e serve a UI; o áudio é processado no browser pela Web Audio API. O índice, as capas e o cache de conversão ficam numa pasta própria no seu usuário — a biblioteca em si nunca é tocada.
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Projeto próprio, em desenvolvimento. Posso avisar quando abrir.